Dislexia, Subsídios para Políticas Públicas
Transcrição do Evento

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publicada dia 2/12/2009

APRESENTAÇÃO

A Dislexia tem sido introduzida no meio educacional como justificativa da dificuldade que certas crianças apresentam no processo de aprendizagem de leitura e escrita. Em decorrência disso, tem fomentado uma série de práticas clínicas de acompanhamento e de atendimento à infância e à adolescência.

Assim, tornou-se comum a escola orientar pais e responsáveis por alunos que apresentam dificuldades escolares a procurar meios para diagnóstico e tratamento de supostos distúrbios de aprendizagem.

Os legisladores, sensíveis às demandas sociais, passaram, então, a propor leis pra garantir a identificação precoce da Dislexia na rede pública e o encaminhamento das crianças ao sistema de Saúde. Pouco se conhece, entretanto, sobre os questionamentos a essas práticas, que nos últimos vinte anos foram formulados em diversas áreas de conhecimento, tais como Medicina, Psiquiatria, Psicologia e Lingüística.

Os que buscam a construção de políticas públicas que de fato respondam às finalidades de uma escola democrática e de qualidade não podem ignorar esses questionamentos.

Com o objetivo de levar ao conhecimento do legislativo municipal e estadual paulista a polêmica que envolve o diagnóstico e o tratamento dos denominados transtornos ou distúrbios de aprendizagem, foi realizado, no dia 21 de setembro de 2009, na Câmara Municipal de São Paulo, o Seminário Dislexia: Subsídios para Políticas Públicas.

O encontro foi uma iniciativa da Câmara Municipal de São Paulo - Gabinete do Vereador Eliseu Gabriel, do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, do Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo e do Grupo Interinstitucional Queixa Escolar, com apoio das Secretarias Municipais de Saúde e de Educação.

2/12/2009 APRESENTAÇÃO A Dislexia tem sido introduzida no meio educacional como justificativa da dificuldade que certas crianças apresentam no processo de aprendizagem de leitura e escrita. Em decorrência disso, tem fomentado uma série de práticas clínicas de acompanhamento e de atendimento à infância e à adolescência. Assim, tornou-se comum a escola orientar pais e responsáveis por alunos que apresentam dificuldades escolares a procurar meios para diagnóstico e tratamento de supostos distúrbios de aprendizagem. Os legisladores, sensíveis às demandas sociais, passaram, então, a propor leis pra garantir a identificação precoce da Dislexia na rede pública e o encaminhamento das crianças ao sistema de Saúde. Pouco se conhece, entretanto, sobre os questionamentos a essas práticas, que nos últimos vinte anos foram formulados em diversas áreas de conhecimento, tais como Medicina, Psiquiatria, Psicologia e Lingüística. Os que buscam a construção de políticas públicas que de fato respondam às finalidades de uma escola democrática e de qualidade não podem ignorar esses questionamentos. Com o objetivo de levar ao conhecimento do legislativo municipal e estadual paulista a polêmica que envolve o diagnóstico e o tratamento dos denominados transtornos ou distúrbios de aprendizagem, foi realizado, no dia 21 de setembro de 2009, na Câmara Municipal de São Paulo, o Seminário Dislexia: Subsídios para Políticas Públicas. O encontro foi uma iniciativa da Câmara Municipal de São Paulo - Gabinete do Vereador Eliseu Gabriel, do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, do Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo e do Grupo Interinstitucional Queixa Escolar, com apoio das Secretarias Municipais de Saúde e de Educação.